Você sabe qual a maior goleada da Seleção Brasileira de Futsal?

sexta-feira, 25/março/2016
Você sabe qual a maior goleada da Seleção Brasileira de Futsal?
  1. A Maior goleada da história da Seleção Brasileira de Futsal aconteceu em 13 de outubro de 2006. Em uma partida contra a equipe de futebol de salão do Timor Leste, o Brasil fez 76 a 0.

O confronto foi realizado em Macau, na China, pela penúltima rodada dos Jogos da Lusofonia, campeonato dedicado a países que possuem o Português como idioma oficial.

Com menos de dois minutos do início da partida, o placar já estava em 6 a 0. O Brasil obteve uma média de dois gols por minuto no primeiro tempo, fechando em 40 a 0. Na segunda etapa, a seleção brasileira fez outros 36 gols.

Dos 40 minutos disputados no jogo, em apenas dois deles os atletas deixaram de marcar gols: aos sete do primeiro tempo e aos dois do segundo.

A diferença exagerada tem explicação. O time do Brasil era formado por craques que atuavam no país e exterior. Já o Timor Leste possuía uma equipe de jogadores amadores, que praticavam o futsal por diversão e tiveram uma oportunidade de competir com seleções renomadas.

Apesar do placar, a equipe perdedora não efetuou faltas e nenhum jogador foi advertido com cartões. Desta forma, o jogo teve um clima amistoso do início ao fim. A Seleção Brasileira de Futsal disputou a final dos Jogos da Lusofonia de 2006 contra Portugal e se consagrou campeã.

Gols do jogo histórico
Brasil: Valdin (20 gols), Márcio (16), Dimas (13), Tostão (8), Wilde (5), Ari (5), Carlinhos (3), Marinho (3), Jonas (1) e Leco (1). Timor Leste: Romário (gol contra)

Recorde anterior
Antes de massacrar em quadra o Timor Leste, a maior goleada do Brasil era de 38 a 3 contra o Uruguai, pelo Campeonato Pan-Americano, no ano de 1991.

  1. 2.    O Maior publico da história do futsal:

Com o maior público da história do futsal, seleção brasileira vence hermanos por 4 a 1 no Mané Garrincha, na primeira partida da modalidade disputada em um estádio

Pela primeira vez na história, uma partida de futsal foi disputada em um estádio de futebol. Num domingo de sol em Brasília, Dia da Independência brasileira, Brasil e Argentina jogaram para 56.483 espectadores no Mané Garrincha. O publico superou o antigo recorde da modalidade: 25.712 pagantes da vitória do Atlético-MG sobre o Rio Miécimo, no Mineirinho, na final da Liga Futsal de 1999. Para abrilhantar ainda mais a festa, o Brasil bateu os hermanos por 4 a 1, gols de Simi, Sinoê, Daniel e Valdin – Luiz González descontou para a Argentina. A partida marcou o retorno do craque Falcão à seleção brasileira, após um período de nove meses de afastamento por conta de divergências com a CBFS.

Empolgado com a grande presença de torcedores, o Brasil começou a partida com um quarteto bem ofensivo e quase abriu o placar aos 15 segundos, quando Rodrigo finalizou com perigo, à esquerda do gol defendido por Sarmiento. A Argentina mal conseguiu respirar. Um minuto depois, Rodrigo cobrou falta, o goleiro argentino deu rebote, e o veterano Simi apareceu para abrir o placar. Em desvantagem, a Argentina passou a adotar uma postura mais ofensiva, e, aos três, Basile chutou forte, colocando o goleiro Tiago para trabalhar.

Aos seis, González bateu cruzado, e a bola sobrou para Francini, que mandou por cima do gol, desperdiçando chance incrível para empatar a partida. Vendo o rival crescer em quadra, o técnico Serginho Schiochet parou o jogo pela primeira vez para fazer ajustes na seleção brasileira. Reiniciada a partida, o Brasil levou perigo com Sinoê, finalizando jogada de escaneio. Aos oito minutos, a seleção canarinho chegou ao seu segundo gol. Após passe em profundidade de Cabreúva, Sinoê entrou livre para tocar com categoria na saída de Sarmiento.

Um minuto depois, o Brasil quase ampliou, quando Valdin serviu Cabreúva, que bateu de pé trocado da esquerda do ataque. Bem colocado, Sarmiento conseguiu fazer a defesa. A  resposta dos hermanos veio aos 13. Após troca de passes rápida na quadra ofensiva, Kruger ficou sozinho para finalizar, mas mandou a bola por cima da meta defendida por Guitta, que entrara no lugar de Tiago, lesionado, segundos antes. Aos poucos, o jogo foi ficando mais cadenciado, e a Argentina aproveitou para diminuir no minuto final. O autor do gol foi Luiz González, em belo voleio, renovando as esperanças argentinas para a segunda etapa.

O segundo tempo começou com o Brasil em cima. Com dois minutos jogados, a seleção canarinho já havia finalizado quatro vezes, uma delas com Falcão, em chute que passou raspando à trave. Recuada, a Argentina passou a jogar no erro do Brasil, e, aos cinco, Calo quase empatou ao pegar sobra de bola na área brasileira. Aos sete, enfim, a seleção anfitriã conseguiu voltar a colocar dois gols de diferença no placar. Em chute seco da intermediária, Daniel ampliou para 3 a 1, levantando a torcida presente no Mané Garrincha.

Após o gol, a Argentina voltou a sair mais para o jogo, e, aos oito, Mauro Taffarel bateu no canto obrigando Guitta a fazer defesa espetacular. Dois minutos depois, o goleiro brasileiro voltou a aparecer. Dessa vez, ele conseguiu espalmar chute de Sebastián Corso, desviado no meio do caminho pelo pivô Calo. Aos poucos, o Brasil passou a conseguir neutralizar a pressão do rival. Com Falcão mostrando todo o seu repertório de dribles, a seleção administrou o resultado até o fim, mesmo com a Argentina utilizando Basile como goleiro-linha nos minutos finais. Para completar a festa, Valdin ainda marcou o quarto nos segundos finais, fechando a conta.

ESCALAÇÕES
Brasil: Tiago, Rodrigo, Valdin, Falcão e Simi.  Entraram: Ciço, Daniel, Felipe, Sinoê, Felipe Mello, Gadeia, Cabreúva, Guitta e Thiaguinho. Técnico: Serginho Schiochet

Argentina: Sarmiento,Stazzone, Basile, González e Calo. Entraram: Claudio Ruiz, Kruger, Steccato, Corso e Andrés Santos. Técnico: Diego Giustozii



Rua Rio de Janeiro, s/n - Anexo ao Ginásio de Esportes Santa Terezinha | Guarapuava, PR
CFW Agência de Internet